O absurdo dos absurdos é o que está acontecendo na justiça do nosso país. Mas tudo passa e isto também vai passar.

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Energia do povo brasileiro vai para o ralo!


Amigos brasileiros quero abordar um assunto muito importante do qual já reflito há muito tempo. Não nego! Do jeito que anda o Brasil na atualidade dá um pouco de receio em comentar sobre algumas coisas. (Não há ditadura no Brasil?!) Nem há duvidas o PT é o partido “mais liberal” da atualidade. Partido dos Trabalhadores. Política de apoio ao trabalhador e política do desenvolvimento social visando o bem estar da população de baixa renda.
Assim o ser que se droga passa por fases. O ser começa por experimentar a maconha, depois vai ao pó, depois as drogas cada vez mais fortes até chegar ao craque. O que é uma evolução contraria a saúde e ao bem estar social do ser viciado. É o estado involutivo em evolução. Assim está a política no Brasil praticada pelo Partido do Trabalhador e seus principais aliados.
                           Uma política Cracuda!!

As últimas medidas feitas pelo governo federal foram anunciadas como salvação pelo pacote econômico voltado as empresas com respingos que acabaram atingindo a população. No pacote veio o anuncio da diminuição da energia elétrica beneficiando o consumidor final em 16% e as empresas em 28% desonerando a produção de serviços e artefatos e assim barateando seus custos. No entanto, para alguns conhecedores do setor de energia, a população que deveria ser beneficiada com a baixa de energia não está recebendo nada que não seja o efeito real do contra reajuste efetuado lá atrás. Enquanto que as empresas, não dá pra entender, já que elas não pagam tarifas.

Luis Pinguelli Rosa – Físico- COPPE- UFRJ

explica: Para o físico Pinguelli, é preciso esclarecer que  a indústria não paga tarifa. Mais  de 25% da energia elétrica brasileira está atribuída aos chamados consumidores livres. Isso era uma criação para as privatizações do tempo da política neoliberal da fase do Fernando Henrique e que foi mantida a até ampliada no novo Modelo estabelecido quando a Dilma era ministra de energia. Tinha vários ingredientes que eu concordo plenamente  como a volta ao planejamento com a criação da Empresa de Pesquisa Energética – EPE e também um certo controle do governo na geração. As tarifas ficaram altas porque vem lá dos contratos de privatizações, que beneficiou em particular a distribuidora de energia, onde entram as grandes empresas estrangeiras que vieram para o setor elétrico do país naquela fase. È bom reduzir. Estes 28% da indústria nós não temos clareza sobre que base será aplicado, pois estes consumidores livres compram a energia de forma sigilosa protegida pela confidencialidade dos contratos, não sabemos quanto eles pagam, embora  bebam da mesma fonte que é o setor elétrico como um todo”. Complementando o assunto: O engenheiro Roberto D’Araújo lembra que não há como negar que os  impostos sobre a energia elétrica é muito alto. Contudo, considera que o custo dos impostos não é o principal fator que eleva o valor da conta de luz. Ele acredita que existe uma série de decisões para o setor elétrico, tomadas no passado, que possibilitaram o aumento do custo da tarifa.O engenheiro explica que a energia que não é consumida no mercado cativo é comercializada no mercado livre, “onde não se sabe muito bem quanto é pago pela energia”.
D’Araújo afirma que “em 1995 nós demos uma cambalhota na estrutura do setor elétrico. Se  trata de um cálculo da filosofia do serviço público. Mudamos  isso para mercado. E o  mercado não ajudou em nada na redução tarifária. Estamos conseguindo uma redução tarifária  por uma transferência de receita que era vinda dos encargos nas tarifas que vão agora ser pagas pelos contribuintes e pelo efeito obtido no custo de serviço. Como eles não conseguiram nada com o regime de mercado que só aumentou,  agora estão  desesperados tentando uma saída”, (Comentário extraído da entrevista dada ao programa faixa livre na radio band.)
E ao que nos parece, A solução encontrada é prática, política e enganadora. Prática porque se resolve um problema sem ter que dar muitas explicações porque da forma que se está resolvendo o problema à população não irá reclamar e ainda está a aplaudir nossos gestores que trocam o pagamento 5 por 5000 sem pestanejar. É política porque tomada dessa forma em época de eleição consegue-se mais alguns votos ai. E enganadora porque não deixa clara a população que de uma forma ou de outra é o povo que está pagando e muito caro pelos serviços que foram realizados no passado na forma de contrato publico e agora está sendo  pago com uma remuneração na forma comercial e muito bem taxada. Quer dizer que o serviço prestado no passado e que era pago com taxas acrescidas nas contas de luz ao consumidor, agora será paga diretamente pelo governo com o dinheiro das reservas nacionais.

Podemos deduzir daí que o setor empresarial como as multinacionais e grandes empresas foram os mais beneficiados e com certeza as benesses que tenham recebido como sempre, não serão aplicadas em nem 3% nos salários dos trabalhadores.

Esse viciado que é o nosso sistema econômico está à beira de matar ou morrer. É esquálido, magérrimo, não tem forças nem para sair do lugar é como um viciado em craque. Suja o ambiente, não deixa ninguém passar a sua frente porque é como um funil automático que tudo suga, só subtraí. Nesse pacote com medidas milagrosas para manter o circulo econômico girando veio o mais salvador e benéfico sem nenhum tipo de troca, só dádivas para ajudar o povo a se manter trabalhando. Comentário de: Rodrigo Ávila – Economista da Auditoria da Dívida

 “Por conta das isenções e redução de tributos há um impedimento na reposição de perda dos servidores públicos. Na verdade a questão é política. Estas concessões para empresas e indústrias não tem sido acompanhadas para saber se está gerando empregos e melhorando a economia. Nem sempre o crescimento do PIB quer dizer uma melhora econômica”
”O governo tem colocado como meta o crescimento econômico sem pensar na manutenção dos empregos. Na indústria automobilística estão demitindo trabalhadores mesmo com os incentivos no setor” A partir dessa constatação vemos que o governo está muito mais preocupado com o crescimento econômico do que com o desemprego. Todos esses cortes nos impostos geram uma perda de arrecadação e ai, como é que vai ficar o social, a previdência o aumento para o funcionalismo publico que está ai as portas do governo batendo querendo aumento. Há dinheiro para tudo isso? Se há não entendemos porque o endurecimento com o funcionalismo, não querendo conversar e ainda ameaçar setores públicos que se não aceitarem o que o governo está propondo não receberão nada. Por outro lado subentende-se que o governo não joga pra perder e já articulou todos os seus mecanismos para manter o seu seguro, seguro certo.
O governo está fazendo uma mudança no pagamento no programa de integração social o PIS. Que será pago agora de acordo com os meses trabalhados e não o abono salarial completo. Varias outras mudanças virão por ai e nós estaremos publicando e criticando.

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