O absurdo dos absurdos é o que está acontecendo na justiça do nosso país. Mas tudo passa e isto também vai passar.

terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

Ou o povo se compromete com o Brasil ou o Brasil será transformado em uma republica socialista totalitária.

O estado de direito no Brasil já acabou a muito tempo para o povo.
A bandeira do Brasil é e deve continuar sendo
verde e amarelo azul e branco
Essa curva interminável que o Brasil está dando para chegar ao seu desfecho final no mundo político está muito vagarosa e se estendendo como uma vida se extingue em um paciente na agonia de uma doença ruim. Os políticos tentando de todas as formas se livrarem da justiça em primeira instância e os tribunais superiores chafurdados em joguetes para não incriminar os políticos corruptos, uma coisa que está bem clara e muito nítida aos olhos de quem está prestando atenção no que está acontecendo no país. Não queremos o país se arrastando em processo vagaroso que só acaba com suas finanças, pulveriza o resto da economia caso ainda aja alguma. Os políticos não se importam com o que venha acontecer com o país com essa demora e esse jogo nojento que eles criaram. Há, no entanto, poucos homens de bem naquele antro tentando passar para nós aqui fora como andam as coisas na cabeça e nas atitudes daqueles que querem somente a sua salvação depois de roubar o dinheiro e a dignidade do povo. O Brasil tem jeito, o Brasil tem suporte humano, tem matéria prima e homens com intelecto suficiente para alavancar a sustentabilidade em todas as áreas da economia desse país. Temos bastante capacidade para seguirmos em frente e seguirmos bem sem essa classe política que ai está e, sem os ministros do supremo e do superior tribunais que só estão enrolando o povo e tentando se safarem também das acusações que pesarão sobre eles caso os políticos mais envolvidos na lava jato venham a serem condenados. Não temos tempo a perder, temos que ir para as ruas exigir a saída de todos os corruptos de Brasília, acabar de vez com o foro privilegiado e com a imortalidade ante a justiça dos ministros dos tribunais superiores. Os juízes do supremo e do superior têm que ser julgados.