O absurdo dos absurdos é o que está acontecendo na justiça do nosso país. Mas tudo passa e isto também vai passar.

quarta-feira, 5 de agosto de 2015

Eu era feliz e sabia. Anos dos militares no poder.

Não faço mais ideia do que é sair nas ruas e olhar as pessoas sem desconfiança. Não sei mais como é ficar sentado em uma praça durante o dia ou à noite sem me preocupar quando alguém se senta a meu lado. Estou vivendo tenso; e acho que isso acontece com milhões de brasileiros. Mas, já houve tempos em que se podia passear a noite em uma rua até de pouco movimento sem que precisássemos nos preocupar tanto. Logico, o mundo é perigoso, viver é perigoso, mas ultimamente no Brasil, por inteiro, está muito mais difícil por causa da violência. Há Estados em que a violência era domestica e incomum, mas hoje, ela é importada e muito comum. Temos uma bandeira a ser levantada para que sejamos novamente um povo comum com algumas peculiaridades como a de um povo pacifico e sem muitos sustos. Essa ideia de que o brasileiro é pacifico ficou para trás há muito tempo. Não somos pacíficos, tanto não somos que, morre mais pessoas no Brasil vitimas da violência, do que, em países que estão em guerra. Há estudos que comprovam isso na ONU. Há tempo que não temos um governo que tenha feito com clareza uma politica de combate à criminalidade, que tenha tido pelo menos uma visão de projeto sem que se verifique o afã de amostragem politica, que tivesse realmente um plano a se estabelecer como meta segurança real à sociedade. A não ser, por um plano criado no Estado do Rio de Janeiro na década passada entre os anos de 1999 a 2006 que surtem efeito e repercutem até hoje. Um projeto de segurança publica muito bem elaborado pelo governo, e, que estava sendo bem sucedido, mas foi corrompido por questões politicas e largado de mão. A operação sufocar o tráfico nas comunidades, onde a policia não entrava para combater o trafico para não expor a população a riscos, mas não deixavam os traficantes sair, nem deixavam os consumidores entrar para comprar e assim prenderam muitos traficantes e coligados a eles sem dar um tiro. Foi criado um projeto de revitalização das delegacias, foi aumentado o contingente das policias em mais de 19 mil homens, foram aparelhados, readaptados e reformados aproximadamente 90% dos batalhões da policia e criados mais quatro batalhões, também foi quando se usou pela primeira vez bloqueador de sinais de celulares em presídios que hoje não se sabe por que não funcionam. As delegacias legais foram o marco para começar a serem criadas as casas de custódia e tirar os presos das delegacias. Foi criado o GRUPO ESPECIAL TATICO MOVEL o (GETAM) Com investimento, inteligência e vontade política, o Estado obteve grandes vitórias contra o crime: 80 chefões presos e redução de sequestros, homicídios e assaltos a bancos. Com tecnologia de última geração e R$ 52 milhões de investimentos, foi instalado na gestão desse período, o Centro de Comando e Controle, a partir do qual se monitoravam por câmeras os pontos críticos da Região Metropolitana, o interior dos presídios e casas de custódia. Foram construídos ainda mais quatro batalhões e adquiridos milhares de veículos. Por concurso público, foram contratados 16 mil policiais militares e 3,7 mil civis. Com isso, o índice per capita de policiais no Estado do Rio era um dos melhores do País. Em 1998, havia 284 policiais para cada 100 mil habitantes. Em 2006 esta relação era de 325 por 100 mil. E tudo isso, com problemas reativos do governo federal que não apoiava o governo do Rio. A segurança publica não era das melhores do mundo, mas com certeza era muito melhor do que a que estamos vendo hoje instalada no Estado. A policia era repressora, afinal, esse é o seu papel, mas não era assassina e tão truculenta para com a população como é hoje. E é por esses e outros milhares de problemas que não quero que o impeachment seja aprovado contra a Dilma. Quero uma intervenção constitucional militar já. Por dois anos, para que seja tudo colocado em ordem e os caras de pau, fichas sujas de verdade, não os fabricados por essa ditadura canalha implantada em alguns Estados por oligarquias corruptas e opressoras. Mas, os bandidos de verdade que estão sendo indiciados por provas e os condenados, sejam punidos de forma exemplar, e, depois, os militares entreguem um país limpo à população para novas eleições com homens que saberão que o país têm vigilantes incansáveis, honestos, corajosos, patriotas de plantão que dão valor aos direitos humanos das pessoas de bem, para manter a soberania do povo e da nação.AAFF

Eleições livres e diretas em 2018 vamos lavar a alma.

Vá as ruas e grite bem forte, esse país é nosso, dos brasileiros.
Todo país entregue nas mãos de um, só um, um único homem sem rabo preso, sem ganância e com um patriotismo e vontade de que a justiça seja cumprida em toda sua majestade em seu país. O juiz Sergio Moro. Dando vasão a toda vontade, todo desejo do povo brasileiro em ver os ladrões do dinheiro do povo na cadeia, atrás das grades. Tudo que se pode chamar de podre deve ser jogado poço do esquecimento. Não há coisa pior do que uma nação em que as outras nações não confiem por causa de seus dirigentes pessoas taxadas de corruptas, cafajestes e vilãs por todo o seu país. É vontade de todo o povo ver seu país livre, rico e soberano. Nem sempre isso é possivel, mas quando vê-se toda riqueza do país, toda luta de um povo e todo horizonte moldado ao seu redor como o de dias de glorias ir por água abaixo, toda esperança se esvair por pura safadeza de alguns, ver toda gloria de um povo ser tirada sem dó alguma por uma minoria gananciosa, ai não dá para ficar parado, não dá para aceitar sem que não tenha nenhuma consequência para essa corja e o povo deve se levantar e ordenar as forças armadas a intervir no comando da nação e extirpar do seu meio essa parte podre e depois de toda assepsia devolver o pais livre de vermes a eleições livres e diretas para o povo.